Número: 34
Ano: 2017
Publicação: Setembro/Novembro 2017

Nome da Edição

O que significa aprender no século XXI

Mostrando de 1 a 12 de 12
  • Caleidoscópio Conteúdo Restrito

    A geografia em busca de um projeto

    O conhecimento geográfico escolar deve ser significativo para os estudantes, deixando de ser tratado como algo externo, uma lista de conteúdos alheios e indiferentes a eles.

    Nestor André Kaercher & Ivaine Maria Tonini

  • Capa Conteúdo Restrito

    A aprendizagem significativa das competências

    Uma aprendizagem é mais significativa quando pode ser aplicada em contextos diferenciados e ajuda a melhorar a interpretação ou a intervenção quando estas são necessárias.

    Antoni Zabala & Laia Arnau

  • Capa

    A formação de professores em tempos de cultura digital

    Tornar o professor proficiente no uso das tecnologias digitais de forma integrada ao currículo é importante para uma abordagem que se traduza na aprendizagem dos alunos.

    Lilian Bacich & Margareth Polido Pire  

  • Capa Conteúdo Restrito

    Os jovens e a aprendizagem na cultura contemporânea

    Os novos modos de atenção individual são afetados pela informalização e falta de estrutura da sociedade atual, por isso é importante oferecer aos alunos experiências estruturadas de aprendizagem.

    Thomas Ziehe

  • Carta ao Leitor

    Aprendizagem com sentido

    Imersos na cultura digital, as crianças e adolescentes de hoje têm uma relação com a escola e com o conhecimento muito diferente da que tinham seus pais e avós na mesma idade. Logo, se a maneira de aprender mudou, é preciso que o ensino se adapte para poder atingir seus objetivos. No entanto, pelo que revelam as avaliações, ainda é preciso rever conceitos antigos e usar novas evidências e ferramentas para assegurar que os alunos aprendam.

    Adriane Kiperman

  • Enfoque Conteúdo Restrito

    (DES)ordenamentos e (DES)encaixes nos Currículos escolares contemporâneos

    Frente aos sólidos marcos que ergueram as instituições e preceitos modernos, os jovens parecem desencaixados, desordenados, “alienígenas” que desafiam constantemente os modos de pensar que outrora nos constituíram.

    Elisabete Maria Garbin & Daniela Medeiros de Azevedo Prates

  • Entrevista

    Aprender é mudar o que já somos

    Espanhol nascido em Valladolid, Ángel I. Pérez Gómez é doutor em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid e professor titular da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Málaga. Atua em colaboração permanente com professores de diferentes níveis de ensino, articulando formação inicial com educação continuada, pesquisa e inovação. É também coordenador da Comissão de Inovação da Docência das Universidades Andaluzas e da Comissão de Ensino Virtual da Andaluzia. 

    Entrevista com Ángel I. Pérez Gómez

  • Foi Mal Conteúdo Restrito

    Os sentidos da escola

    A dificuldade de dialogar com o mundo juvenil e de reconhecer quem são seus alunos, combinada ao currículo desconectado da realidade, enseja as rupturas entre a instituição e seu público.

    Ana Maria Freitas Teixeira & Ilzimar G. F. Oliveira

  • Profissão

    Inclusão além das cotas

    Se conseguir emprego é um desafio para os jovens, aqueles que têm alguma deficiência precisam superar dificuldades ainda maiores. Saiba o que algumas entidades estão fazendo para capacitar e inserir esses estudantes no mercado.

    Reportagem // Silvana Azevedo

  • Psi Conteúdo Restrito

    Comportamento desafiador na adolescência

    A observação mais atenta da postura desafiadora de um adolescente pode ajudar a não confundir a luta pela autonomia, normal no jovem, com uma rebelião fora de controle.

    Russell A. Barkley, Arthur L. Robin & Christine M. Benton

  • Retrato Conteúdo Restrito

    Letramento versão 2.0

    Fãs de sagas fantásticas, autores de “textões” nas redes sociais e de livros hipercontemporâneos, muitos estudantes do ensino médio estão em um relacionamento sério com a leitura e a escrita.

    Reportagem  //  Andressa Basilio

  • Sala dos Professores

    Como os erros fazem o cérebro “crescer”

    Quando os estudantes percebem que errar é útil para seu cérebro, é maior a sua disposição para se esforçarem e se empenharem na matemática e sua persistência.

    Jo Boaler